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Desenvolvimento sustentável, responsabilidade social, soluções e produtos ecologicamente corretos. Esses são os compromissos da Brasnutri.




LOUVOR PARA O ALCOOL DE CANA

Patrick Cruz, de São Paulo

 

Em dia de Al Gore, o ex-presidente dos EUA, Bill Clinton, reiterou alertas contra os riscos do aquecimento global, a urgência da adoção de políticas de uso de energia renováveis, louvou os países mais bem-sucedidos na redução das emissões de CO2 como sendo os mesmos que reduzem a desigualdade de renda, e elegeu o Brasil como um dos exemplos a serem seguidos. "O Brasil respondeu o 'como' da pergunta sobre como adotar uma energia renovável com grande eficiência", afirmou. Clinton foi a principal estrela da abertura do Ethanol Summit, evento realizado pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).

Ao iniciar a fala sobre a necessidade de que se espalhem pelo mundo iniciativas como a do etanol brasileiro, que tem produtividade bem acima da obtida pelos EUA - o milho é a base de produção do combustível -, Clinton falou da severidade das mudanças climáticas e, nesse momento, soou como - e citou - Al Gore, seu ex-vice-presidente, que tem viajado pelo mundo para alertar sobre a questão do aquecimento global.

Clinton reiterou a necessidade de o Brasil delimitar bem as áreas de produção de cana para que elas, em uma eventual ampliação das regiões de cultivo, não ocupem as áreas de grãos do Centro-Sul. Esse movimento poderia pressionar o plantio de grãos para regiões mais próximas da Amazônia. A preocupação dos estrangeiros participantes do encontro com a Amazônia é proporcional à dos brasileiros em repetir mais uma vez que não só a produção de cana está longe da floresta amazônica como suas terras não servem para o cultivo da cana.

"O plantio de cana-de-açúcar em São Paulo e no Nordeste está a 2.500 quilômetros da floresta", disse, em uma das plenárias realizadas antes da fala de Clinton, o deputado federal Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP). "Todos sabemos que as terras pobres da Amazônia não servem ao cultivo de cana", complementou a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Antes que o concorrido Bill Clinton ou qualquer outro estrangeiro que eventualmente desconhecesse a geografia nacional pudesse apresentar preocupação com a ocupação da Amazônia pela cana, a senadora tratou de repetir o mantra: a cana espraia-se atualmente por 8,36 milhões de hectares, área menor que 1% do território nacional.

Mendes Thame já tinha tratado de deixar claro, antes, que a área de cana deve crescer 3 milhões de hectares nos próximos dez anos. "O ritmo de crescimento será menor que o dos últimos dois anos", disse. "Com isso, a pressão sobre áreas de agricultura dedicadas ao cultivo de grãos será menor".

Ainda que se ressalve que o modelo brasileiro de agroenergia não pode ser replicado em todos os países do mundo, Clinton ressaltou o ganho nas ações relacionadas à sustentabilidade. "Dos 155 países que assinaram o Protocolo de Kyoto, só quatro - Alemanha, Suécia, Dinamarca e Reino Unido - devem atingir as metas de redução de emissões de CO2. São os mesmos que têm reduzido a desigualdade de renda desde então". Nessa hora, Clinton falou do governo Clinton: "Desde 1973, a desigualdade de renda nos EUA só não aumentou em quatro anos. Foram os anos do meu segundo mandato".


Escrito por Brasnutri às 15h49 [ envie esta mensagem ]



SEMANA NACIONAL DOS PRODUTOS ORGÂNICOS


Por Débora Spitzcovsky
Planeta Sustentável

Além de levar para casa um produto saudável, que é cultivado em sistemas produtivos totalmente livres de agrotóxicos e materiais sintéticos, o consumidor de produtos orgânicos ainda contribui para o fortalecimento de um novo modelo de produção agropecuária e agroindustrial, em que se leva em conta diversas questões fundamentais à sobrevivência do planeta, como, por exemplo, a manutenção da quantidade e qualidade da água e, ainda, a preservação da biodiversidade. 

Os benefícios são vários e, ainda assim, o consumo de alimentos orgânicos não é popular no nosso país. Por conta disso, para conscientizar a população sobre esse tipo de prática alimentar, o governo federal instituiu, em 2005, que na última semana do mês de maio seria comemorada a Semana Nacional dos Alimentos Orgânicos. Este ano, a quinta edição da festa está sendo promovida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em parceira com os Ministérios da Educação, da Ciência e Tecnologia, do Desenvolvimento Agrário e do Meio Ambiente e uma série de outras organizações.

Durante os sete dias de evento, serão promovidas atividades em quase todos os Estados do Brasil. Apenas as regiões do Amapá e Ceará ficaram de fora da programação cultural, que, entre outras coisas, inclui a realização de seminários, exibição de filmes nacionais sobre o assunto, oficinas, cursos, estandes de degustação de produtos orgânicos e muitas outras atividades culturais.

No site do Ministério da Agricultura, dentro da sessão Agricultura Orgânica, já estão disponíveis as programações da maioria dos Estados que vão participar da festa.

Em São Paulo, uma iniciativa privada também vai animar a comemoração da V Semana Nacional dos Alimentos Orgânicos. O espaço ZYM Café, com o apoio do Movimento Convivium Slow Food São Paulo – que segue o conceito da ecogastronomia – elaborou uma programação bem legal para a data.

Entre as atividades, estão a apresentação da filosofia do Slow Food – que, inclusive, cresce cada vez mais no país –, um almoço com cardápio orgânico, seguido de exposição para esclarecer sobre os benefícios ambientais, culturais e sociais dos produtos orgânicos e, ainda, uma visita à Feira de Orgânicos do Parque da Água Branca, que acontece dia 30 de maio. Os interessados em participar da programação cultural da Semana dos Alimentos Orgânicos devem entrar em contato com o ZYM Café através do telefone (11) 3021-5637.

V Semana Nacional dos Alimentos Orgânicos
Data: de 25 a 31 de maio
Local: em todos os Estados brasileiros, exceto Amapá e Ceará
Mais informações sobre a programação no site do Ministério da Agricultura


Escrito por Brasnutri às 09h40 [ envie esta mensagem ]



TV DO MEIO AMBIENTE

Se você busca informoção ecologicamente correta, acesse o Repórter Ecológico.


Escrito por Brasnutri às 14h27 [ envie esta mensagem ]



VOZES DO CLIMA

Conheça o blog Vozes do Clima e fique por dentro de informações que podem fazer do nosso planeta um mundo melhor para viver.


Escrito por Brasnutri às 00h33 [ envie esta mensagem ]



ECOS DA ECOGERMA 2009


Escrito por Brasnutri às 17h07 [ envie esta mensagem ]



ECOGERMA 2009

A Brasnutri Soluções Ambientais - ciente da importância da atualização do conhecimento e informação, especialmente a respeito de tudo que é voltado às necessidades ambientais e soluções ecologicamente corretas - participa nos dias 12 e 13 de março do ECOGERMA, em São Paulo. Certamente muitas novidades preencherão o nosso espaço aqui no blog. Aguarde.


Escrito por Brasnutri às 20h42 [ envie esta mensagem ]



OS PROBLEMAS DO LIXO TÓXICO 


Escrito por Brasnutri às 15h11 [ envie esta mensagem ]



DESTINAÇÃO DE LÂMPADAS NÃO É BRINCADEIRA

O argelino da reportagem abaixo corre sérios riscos de saúde ao ingerir lâmpadas fluorescentes. Entenda o porquê e saiba mais sobre a importância do descarte responsável desse tipo de resíduo. 

  

As lâmpadas de descarga contêm mercúrio metálico, substância tóxica nociva ao ser humano e ao meio ambiente. Ainda que o impacto sobre o meio ambiente causado por uma única lâmpada seja desprezível, o somatório das lâmpadas descartadas anualmente (cerca de 70 milhões só no Brasil) terá efeito sensível sobre os locais onde são dispostas.

Países do Primeiro Mundo incluem as lâmpadas fluorescentes usadas na lista de resíduos nocivos ao meio-ambiente, pois essas lâmpadas contêm substâncias químicas que afetam o ser humano, como o Mercúrio, um metal pesado que uma vez ingerido ou inalado, causa efeitos desastrosos ao sistema nervoso.

Enquanto intacta a lâmpada não oferece risco. Entretanto ao ser rompida liberará vapor de mercúrio que será aspirado por quem a manuseia. A contaminação do organismo se dá principalmente através dos pulmões. Quando se rompe uma lâmpada fluorescente o mercúrio existente em seu interior se libera sob a forma de vapor, por um período de tempo variável em função da temperatura e que pode se estender por várias semanas. Além das lâmpadas fluorescentes também contêm mercúrio as lâmpadas de vapor de mercúrio propriamente ditas, as de vapor de sódio e as de luz mista. Se forem lançadas diretamente em aterros, as lâmpadas contaminam o solo e, mais tarde, os cursos d’água, chegando à cadeia alimentar.

Ao romper-se, quando descartada inadequadamente no meio ambiente, uma lâmpada fluorescente emite vapores de mercúrio que são absorvidos pelos organismos vivos, contaminando-os; se forem lançadas em aterro as lâmpadas contaminam o solo e, mais tarde, os cursos d’agua, chegando à cadeia alimentar.

No Brasil, muitos usuários dessas lâmpadas, conscientes do fato e já alertados pela norma brasileira NBR 10004 que impõe limites rigorosos à presença de mercúrio nos resíduos sólidos, já estão evitando mais essa contaminação do meio ambiente.

Em parceria com a Brasnutri, a Apliquim realiza a descontaminação das lâmpadas descartadas através do processo que recupera completamente o mercúrio, ao contrário de alguns processos utilizados em outros países, que apenas retêm o mercúrio sob a forma de compostos não voláteis, gerando-se assim um passivo ambiental.

A busca de uma solução integrada para um problema ambiental, antecipando-se à criação de leis específicas sobre a matéria, incorpora uma outra vantagem: todo o sistema já implantado, testado e em plena operação poderá servir de paradigma para as iniciativas legais e normativas que venham a ser tomadas pelos órgãos disciplinadores da política ambiental. Resoluções normativas que venham a ser exaradas sobra a destinação das lâmpadas usadas poderão adotar, como base, procedimentos já comprovados e testados, compatíveis com a realidade brasileira.

Qualidade Ambiental é o critério para enquadrar sua empresa nas normas ambientais ISO 14000. Não jogue portanto suas lâmpadas no lixo. Para aderir a esse programa de Conservação Ambiental, entre em contato com a Brasnutri!

 


Escrito por Brasnutri às 09h45 [ envie esta mensagem ]



BRASNUTRI EM FOCO

A Brasnutri lançou recentemente, em campanha interna, o projeto Brasnutri 2020. Muitas novidades estão por vir. Aguardem!


Escrito por Brasnutri às 16h16 [ envie esta mensagem ]



ALIMENTOS ORGÂNICOS

Os alimentos orgânicos são produzidos sem o uso de pesticidas convencionais nem fertilizantes químicos. Devem ser livres de contaminação de dejetos humanos e do "lixo" industrial. Não podem ser produzidos com o uso de aditivos químicos para realçar cor, sabor, formato ou aroma. Usar radiação ionizante como forma de preservação também é proibido. No caso de animais vivos destinados ao abate, o uso de antibióticos, hormônios e anabolizantes é estritamente proibido. Em muitos países, o animal herbívoro deve ser alimentado exclusivamente com pasto, sem período de alimentação forçada para elevar o peso de abate no período de confinamento. Outros países estipulam que o uso de vegetais geneticamente modificados não pode ser empregado nos animais destinados ao abate.

Atualmente, os Estados Unidos, a União Européia, o Canadá e o Japão, entre outros países, exigem certificação por entidades autônomas de que o produto chamado de orgânico possa ser liberado para consumo e indicado como tal. Os alimentos orgânicos foram inicialmente produzidos em pequenas fazendas, preocupadas em evitar contaminação química dos vegetais ali produzidos. No entanto, o valor comercial do alimento orgânico superou em cerca de 20% o dos produtos convencionais, estimulando outros produtores a aderir a esse setor. Em 2008, a venda de alimentos orgânicos atingiu cerca de 2% do total destinado a consumo humano.

O impacto ambiental dos orgânicos

Geralmente os alimentos orgânicos são produzidos em pequenas propriedades, muitas vezes por uma única família, que se organiza para o plantio, cultivo, colheita e venda ao consumidor. Nessas circunstâncias as pequenas fazendas são muito menos poluentes que as grandes propriedades. Não são usados pesticidas e herbicidas químicos. Portanto, não há contaminação ambiental. Os ecosistemas são preservados, existe equilíbrio entre a parte agricultural e outras plantas e vegetais, insetos, bactérias, fungos e minhocas. A produção de alimentos orgânicos usa menos energia e, por isso, a perda de material nutritivo é menor. Também não há o problema do descarte dos invólucros de produtos químicos.

O maior inconveniente é que o cultivo de produtos orgânicos tem uma produção cerca de 20% menor do que a agricultura tradicional. Dependendo do tipo do alimento, essa produção pode ser 50% menor do que a convencional. Mas é preciso considerar que o uso sistemático de herbicidas e pesticidas pode afetar a saúde dos trabalhadores na agricultura tradicional. Produtos químicos como inseticidas organo-fosforados são danosos à saúde, principalmente agindo "quebradores" de sistemas hormonais. Os resíduos de inseticidas podem permanecer nos alimentos e são particularmente danosos para a população infantil. Vale lembrar que, mesmo no caso dos orgânicos, alguns pesticidas também orgânicos podem ser utilizados, como os que são criados a partir de inimigos naturais de insetos (como fungos, por exemplo).

Vantagens nutricionais dessa escolha

O cuidadoso manejo agrícola dos alimentos orgânicos garante maior valor nutricional a esses alimentos. Em 2007, um gigantesco estudo realizado nos Estados Unidos concluiu que alimentos orgânicos contêm cerca de 40% a mais de antioxidantes do que os cultivados de forma tradicional. O valor nutricional das frutas, por exemplo, incluiu maior concentração de frutose (o que deixou as frutas mais doces), de vitamina C e de potássio - e, mais importante, ausência de contaminação de herbicidas e pesticidas.

Vários estudos vêm apontando para a presença de resíduos de produtos químicos usados em agricultura tradicional, em alimentos que fazem parte de nossa alimentação do dia-a-dia, tanto para adultos como para as crianças. Quando se comparam alimentos orgânicos com os tradicionais, confirma-se que nesses últimos existem resíduos de pesticidas potencialmente nocivos às crianças em desenvolvimento e crescimento. Esse grande obstáculo ao consumo de alimentos convencionais poderia ser contornado com o uso judicioso e cada vez menor de tais agentes químicos em agricultura. Os institutos de pesquisa do Brasil (como a Embrapa) e no mundo estão muito interessados em achar inimigos naturais de insetos predadores e controlar a destruição de colheitas por meio de métodos biológicos. Este é o futuro da agricultura racional, protetora do ambiente e do ecossistema.

O custo dos orgânicos é elevado

Como já foi demonstrado, um dos obstáculos ao uso generalizado de alimentos orgânicos é o seu alto custo. Dependendo do tipo de cultivo, do produto agrícola, do tamanho de área cultivada e da mão-de-obra necessária, o custo do orgânico pode ser de 10% a 40% mais caro que na agricultura tradicional. Tal custo torna proibitivo o consumo generalizado de alimentos orgânicos e apenas uma minoria da população pode ter acesso a este tipo de alimento. O que encarece ainda mais o alimento orgânico é a distribuição ao varejo - o custo fica mais elevado devido às pequenas quantidades oferecidas.

Vale lembrar ainda que existe a possibilidade de haver fraude, ou seja, o produtor indicar como orgânico o alimento que não foi produzido dentro de normas condizentes com o que chamamos de agricultura orgânica, isenta de produtos químicos. Por causa do preço mais elevado dos orgânicos, não faltam produtores "espertinhos" que tentam vender por preço mais alto o que produziram com herbicidas, pesticidas e outros produtos químicos. Tanto na União Européia como nos Estados Unidos, Canadá e Japão existem órgãos certificadores que garantem que o produto é realmente orgânico. No Brasil também existe um iInstituto que controla a produção e comercialização desse tipo de alimento. É só com essa certificação que temos certeza de que estamos consumindo um verdadeiro orgânico, com benefícios nutricionais tanto para adultos como para crianças.

Fonte: Veja Online. Por Geraldo Medeiros, médico endocrinologista e professor da USP.


Escrito por Brasnutri às 17h41 [ envie esta mensagem ]



DESCARTE DE LÂMPADAS 


Escrito por Brasnutri às 11h09 [ envie esta mensagem ]



CONFRATERNIZAÇÃO 2008

Para nós, fim de ano é apenas um novo começo!


Escrito por Brasnutri às 10h09 [ envie esta mensagem ]



LÍDER DE MOAGEM DE CANA NO PAÍS

Por Mônica Scaramuzzo, de São Paulo - Valor Econômico

A usina São Martinho, de Pradópolis (SP), encerrou a safra 2008/09 como a maior unidade processadora de cana do país e do mundo. A moagem da usina foi finalizada na terça-feira, com um volume recorde de 8,004 milhões de toneladas de cana para uma única usina, 18% superior ao processado no ciclo 2007/08 e 12% acima da própria marca obtida pelo grupo na safra 2005/06.

Nas últimas quatro safras, a usina São Martinho disputou a liderança palmo a palmo com a Da Barra, do grupo Cosan. Neste ciclo, a São Martinho levou a melhor porque além de moer cana própria e de seus fornecedores, comprou matéria-prima de terceiros. A usina Da Barra, líder na moagem de cana nas duas últimas safras, deve encerrar este ciclo em segundo lugar no ranking, com um volume processado de 7,2 milhões de toneladas. Com 18 usinas, o grupo Cosan deverá moer cerca de 44 milhões de toneladas de cana.

Só para comparar, esses 8 milhões de toneladas processados por uma única usina superam em 40% toda a produção anual da República Dominicana, o segundo maior produtor de cana do Caribe, informou a consultoria Datagro.

Em meio à crise que afeta as usinas do setor sucroalcooleiro, a mudança no topo do ranking das maiores processadoras de cana do país pode não ser exatamente a notícia mais relevante. Mas chama a atenção, nesse caso, o fato de a São Martinho ter optado por aproveitar 100% da matéria-prima disponível nos canaviais, já que boa parte das usinas do Centro-Sul do país deverá deixar a cana em pé nesta temporada.

A previsão é que as empresas do segmento deixem de moer cerca de 40 milhões de toneladas de cana nesta safra, de um total de 546 milhões de toneladas que deverão ser processadas em 2008/09. Esse mesmo volume deverá ser deixado nos canaviais no ciclo seguinte, o 2009/10.

Com o recorde de moagem obtido pela São Martinho, o grupo teve que revisar suas metas para a atual safra, informou Fábio Venturelli, CEO da companhia. A moagem das usinas do grupo deverá ficar em 11,9 milhões de toneladas, ante os 11,6 milhões de toneladas previstos no início desse ciclo. Com três usinas em operação, o grupo São Martinho ainda aguarda o encerramento da moagem das usinas Iracema, de Iracemápolis (SP), e a Boa Vista, de Quirinópolis (Goiás), previsto para dezembro. No ciclo 2007/08, o grupo processou 10,2 milhões de toneladas de cana.

"Não temos como saber ainda os volumes que serão processados pela usina São Martinho em 2009/10, mas haverá uma expansão da produção de todo o grupo", afirmou Venturelli.

No início desta safra, entre maio e junho, as chuvas prejudicaram o avanço da moagem de cana das usinas do setor, sobretudo na região de Ribeirão Preto (SP). A São Martinho soube aproveitar a oportunidade da crise. O grupo também teve atraso na moagem por conta das chuvas, mas elevou o processamento da matéria-prima, com a desativação da usina Santa Luiza, de Motuca (SP), da qual era sócia, com participação de 41,67%, explicou Venturelli.

O grupo manterá a expansão da moagem em 2009/10, com o aproveitamento total da capacidade instalada de suas usinas.


Escrito por Brasnutri às 08h29 [ envie esta mensagem ]



CONSUMO CONSCIENTE


Escrito por Brasnutri às 16h31 [ envie esta mensagem ]



TRÂNSITO INTERNACIONAL DE VEGETAIS

A categorização de commodities adotada pelo Mercosul para o comércio mundial de vegetais poderá ser reconhecida internacionalmente. A proposta foi aprovada nesta quinta-feira (13) na 13ª Reunião do Comitê de Normas da Convenção Internacional para Proteção dos Vegetais (CIPV) da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), na Costa do Sauípe (BA). Para que o reconhecimento passe a valer, a proposta ainda precisa ser aprovada na próxima reunião da Comissão de Medidas Fitossanitárias da CIPV, que ocorrerá em março de 2009, em Roma (Itália). 

De acordo com a categorização usada pelos países do Mercosul, alguns produtos industrializados não precisariam da certificação fitossanitária para serem comercializados internacionalmente. É o caso do açúcar, dos óleos vegetais, do café torrado, e outros, que por serem produtos processados, não oferecem risco de transmissão de pragas no trânsito  de vegetais. 

“Essa medida vai facilitar muito o comércio de produtos vegetais entre os países, além de diminuir os custos para os exportadores desses produtos”, explicou o secretário-substituto de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Odilson Ribeiro, que também preside a reunião da CIPV. 

Também foi aprovada a proposta de revisão da Norma Internacional de Medidas Fitossanitária (Nimf) 15, que dispõe sobre as embalagens de madeiras usadas no comércio internacional. “A revisão da Nimf 15 vai trazer mais clareza sobre os requisitos para o trânsito de embalagens de madeira no comércio internacional”, reconheceu Ribeiro. A proposta também precisa ser aprovada no encontro em Roma para tornar-se efetiva. 

É a primeira vez que uma reunião da CIPV é realizada fora da sede da FAO, em Roma. Cerca de 21 países, representantes de todas as regiões do mundo, discutem as normas internacionais de medidas fitossanitárias, com o objetivo de regulamentar o comércio de vegetais e produtos de origem vegetal no mundo, sob o ponto de vista fitossanitário.

Além do Brasil, participam da reunião representantes da Argentina, Austrália, Alemanha, África do Sul, Canadá, China, Costa Rica, Dinamarca, Escócia, Egito, Estados Unidos, Israel, Indonésia, Inglaterra, Jordânia, Japão, Nigéria, Nova Zelândia, Uruguai e Zâmbia.

(Fonte: MAPA)


Escrito por Brasnutri às 11h00 [ envie esta mensagem ]




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